A economia no Antigo Egito era majoritariamente agrária. Ás margens do Nilo plantava-se cevada, trigo e outros cereais além de frutos, como a uva, e também o papiro. A pesca e a criação de animais eram atividades muito disseminadas como complemento dessa economia, assim como o artesanato.

O artesanato era também muito importante, a qualidade dos produtos artesanais era grande. A partir das fibras do papiro, as mulheres, principalmente, conseguiam tecer roupas, fazer sandálias e cestos além dessas fibras servirem na produção do papel. A produção de vidro também era comum no Egito, como a produção naval e a metalurgia.

O comércio também existia, mas ainda não fazia-se uso da moeda, os produtos eram trocados por outros entre comunidades, dessa forma, o que existia era economia de excedentes, pois aquilo que se produzia e que não usava-se era trocado pelo que era necessário dentro daquela comunidade.

Como o faraó era dono da terra e dos instrumentos de trabalho usados pelos camponeses, eles precisavam pagar tributos ao Estado para usá-los, o pagamento era feito através dos produtos que aquela comunidade produzia ou pagos na forma de trabalho.